Um dia o homem apareceu,
Em sua mente brilhante se viu.
Pensou ser imparável, esqueceu:
A natureza mudou, o i-mundo ruiu.
Esqueceu-se de ser o ser mais frágil,
Agiu no mundo como se dono fosse.
Em tudo pôs a mão, foi puro nau-frágil,
Trilha de destruição em sua posse.
Verdadeiro boçal de pele sensível,
Reles vulnerável subestima a morte,
De carcaça esquálida o mais risível.
Não tem consciência, nenhum suporte,
Ledo engano: o i-mundo não é indestrutível,
O passageiro: não é de aço tampouco forte.