Julian Lael
Enquanto subia o teto do mundo,
Vislumbrava o azul no celestial,
Suspirava desejos no profundo,
Um sentimento que abraça de igual.
Recuperei as forças na subida,
E já parecia não ter mais volta,
Enquanto eu pensava na descida,
Soltei os demônios sem escolta.
E o mar parecia sublime e voraz,
Então me debati enquanto morria,
Até reter o fôlego contumaz.
Não decidi fazer essa corrida,
Da qual nos espera, destino mordaz,
No suado acordo do delírio à partida.